Sistema ficará indisponível no dia 25/04/2026, entre 0h e 12h, com reflexos no eSocial
Área do Cliente
Notícia
Ranking dos estados: saiba quem vai bem, quem vai mal e quem anda de lado
Estudo mostra que quase todos os estados brasileiros melhoraram (ou não pioraRAm) seus principais indicadores econômicos e sociais.
À primeira vista, soa contraditório. Mas não é. Enquanto grande parte dos indicadores socioeconômicos do País piorou nos últimos dez anos, a situação de quase todos os estados brasileiros melhorou (ou ao menos não piorou). O pior desempenho foi o de Roraima. O Índice dos Desafios da Gestão Estadual (IDGE), da consultoria Macroplan, especializada em cenários futuros e gestão pública, avaliou um conjunto de 31 indicadores de dez áreas (educação, saúde, segurança, juventude, capital humano, infraestrutura, desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, condições de vida e institucional). Resultado: as unidades da federação e seus respectivos governadores fizeram relativamente bem a lição de casa entre 2019 e 2021. Então, como explicar que o Brasil ficou mais pobre no mesmo período? Para o diretor da Macroplan e um dos coordenadores do estudo, Gustavo Morelli, a resposta envolve gestão e busca por equilíbrio fiscal — e a Lei de Responsabilidade Fiscal colaborou muito para isso. “Queríamos provar que existem boas experiências espalhadas pelo País.” Segundo ele, até pelo tamanho e problemas de um país tão distinto, o indicador não apontou um ‘estado perfeito’. “Mas se pegarmos uma coisa de cada um, conseguimos construir um modelo bastante eficiente.”
No caminho da busca por excelência, o estudo sugere que será preciso aprimorar a forma de gestão dos governadores. Segundo Adriana Fontes, também coordenadora do estudo, o caminho para que os estados continuem a evoluir, independentemente do governo federal, é assumir o protagonismo na condução e criação de políticas públicas. Cabe ao governador priorizar as estratégias adequadas para seu estado, desenvolver políticas de longo prazo e evitar as ações fragmentadas, geralmente eleitoreiras, com capacidade mínima de transformação. “Os desafios que estão postos para os próximos anos demandam um salto de patamar na gestão, inovações na forma de executar as políticas públicas e uma estratégia de desenvolvimento coordenada para melhoria dos indicadores socioeconômicos”, afirmou a pesquisadora.
E tudo isso precisa acontecer num cenário nacional desafiador. Foram pelo menos 9,6 milhões de pessoas que entraram na linha de pobreza nesse período. E talvez essa inglória marca apareça no estudo pelo abismo que corta de Norte a Sul o Brasil. Entre os dez primeiros colocados no ranking geral do IDGE não aparece nenhum estado do Norte e Nordeste. Distrito Federal, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná são os primeiros colocados entre as 27 unidades. Com mais espaço para se desenvolver, os estados de Alagoas (+6), Tocantins (+5) e Piauí (+3) foram os destaques positivos de evolução geral. No sentido oposto estão aqueles que mais perderam posições no período: Roraima (-11), Sergipe (-4), Rio de Janeiro (-3) e Pernambuco (-3).
No entanto, mesmo os estados com as melhores posições demonstram que há muito a avançar. Por exemplo: 26 unidades da federação não alcançaram uma cobertura de creche superior a 50%, meta estipulada pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para 2024. A proficiência média do Ensino Fundamental II diminui em 22 deles entre 2019 e 2021 e o percentual de jovens (25-29 anos) com ensino superior completo caiu em dez entes entre 2020 e 2021. Um desastre que começa na primeira infância e termina com adultos subutilizados e uma economia que não deslancha.

Notícias Técnicas
Municípios já podem iniciar seus testes e pilotos com seus contribuintes
Norma busca assegurar previsibilidade e transição ordenada para o novo modelo tributário previsto na reforma do consumo
Resolução permite que decisões de prorrogações de prazos sejam tomadas com mais rapidez
As submissões podem ser enviadas no período de 17 de abril a 03 de maio de 2026
Notícias Empresariais
Combinar a solidez da tradição com a criatividade e o pensamento disruptivo da inovação pode abrir caminho para o sucesso no longo prazo
Entre o luto silencioso da perda, a humilhação disfarçada de recolocação e a descoberta de um mercado mais exigente e menos generoso, recomeçar profissionalmente exige mais do que currículo: exige estômago
Governança, treinamento e escolha de ferramentas seguras se tornam essenciais diante da rápida adoção da tecnologia no Brasil
Público movimenta R$ 2 trilhões na economia
Com alto índice de desequilíbrio nas contas pessoais, brasileiros buscam mais controle, planejamento e segurança na relação com o dinheiro
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional