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Brasileiro começa a sentir que dá para escapar da crise
O Índice Nacional de Confiança, da ACSP, saiu de 79 pontos em julho para 83 em agosto
O otimismo dos brasileiros com relação aos rumos da economia voltou a subir no mês de agosto, conforme mostrou o Índice Nacional de Confiança (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
O índice fechou em 83 pontos, mostrando a segunda alta seguida. Foram registrados 79 pontos em julho e 77 em junho.
Embora os números continuem no campo do pessimismo (abaixo de 100 pontos), indicam uma expectativa de recuperação da economia em crise por conta dos efeitos da covid-19, conforme ressalta Marcel Solimeo, economista da ACSP.
O grande destaque nos índices de recuperação foi a classe C, que atingiu 94 pontos, 11 acima da média geral. A alta, também a segunda seguida, foi expressiva: em julho, o índice era de 85 pontos.
Enquanto a classe D/E mostrou uma recuperação, de 65 para 67 pontos, a classe A/B ficou nos mesmos 75 pontos em julho e agosto.
“O início da flexibilização, somada ao pagamento do auxílio emergencial, que deve ser prorrogado, ajuda a explicar os números da classe C”, diz Ulisses Ruiz de Gamboa, também economista da ACSP.
Em relação à vida que estão levando hoje, pensando na economia, também há uma clara tendência de menos pessimismo captada pelo INC.
O índice de pontos que apontou “muito satisfeito ou mais satisfeito” subiu de 26 para 33 pontos. Foi o segundo melhor resultado do ano, só perdendo para fevereiro, com 37 pontos.
Em contrapartida, os números do quesito “muito insatisfeito ou mais insatisfeito” despencaram para 50 pontos, contra 52 em julho. Foi o menor número de 2020.
Em relação ao INC por região, o destaque é o Sudeste, que subiu para 92 pontos em agosto, nove pontos a mais que julho.
Enquanto Sul, Centro-Oeste e Nordeste mostraram uma leve subida na confiança, o Norte foi a única região do País que apresentou queda, passando de 82 pontos em julho para 78 em agosto.
“Principalmente em São Paulo, a média móvel de casos de covid-19 está caindo, o que traz um aumento da confiança no Sudeste”, avalia Ruiz de Gamboa.
PERSPECTIVAS
As perspectivas da economia brasileira para os próximos seis meses também estão melhorando.
O INC dos que acreditam que daqui há seis meses estará “muito melhor ou um pouco melhor” saltou de 39 para 48 pontos de julho para agosto, o segundo melhor resultado do ano, só perdendo para fevereiro, com 63 pontos, número que foi obtido antes dos efeitos mais drásticos da pandemia de covid-19.
Enquanto isso, os mais pessimistas, inseridos entre “muito pior ou um pouco pior” registraram uma queda de 20 para 15 pontos no mesmo bimestre.
Os entrevistados também avaliaram que as perspectivas de investimentos melhoraram.
Houve uma melhora na pontuação de pessoas que, comparando com seis meses atrás, acreditam que podem investir no futuro (incluindo aposentadoria e educação para os filhos), de 33 para 37 pontos entre julho e agosto.
Já a pontuação dos que avaliam que podem investir menos registrou, no mesmo intervalo, uma mudança de 36 para 32 pontos.
De acordo com Ruiz de Gamboa, o aumento da confiança no futuro próximo deve ter reflexos no consumo, com benefícios ao setor do comércio. “A predisposição do consumidor em comprar pode gerar efeitos positivos para os próximos seis ou sete meses”, avalia.
O INC mostrou também que há uma reação sobre a confiança em relação ao emprego, comparando-se com seis meses atrás.
O índice dos que acreditam em melhora subiu de 24 a 28 pontos entre julho e agosto, enquanto a pontuação dos que acreditam em menos empregabilidade recuou de 42 para 38 pontos.
“Conforme o trabalho foi sendo retomado, os trabalhadores tendem a ficar menos inseguros com relação a manutenção do emprego”, ressalta Solimeo.
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