Profissionais autônomos precisam informar corretamente seus rendimentos na declaração do Imposto de Renda. Veja como funciona
Área do Cliente
Notícia
Total de empresas buscando fusões e aquisições dobra em seis meses
A conclusão é do estudo Capital confidence barometer, da Ernst & Young, que ouviu mais de 800 executivos seniores em todo o mundo.
O otimismo cresce no ambiente global de fusões e aquisições: 57% das companhias globais afirmam que podem ou devem adquirir outras companhias nos próximos 12 meses, quase o dobro dos 33% que afirmavam o mesmo há seis meses. Mais do que isso: 47% esperam que as ações se concretizem em seis meses, ante 25% com a mesma expectativa no final do ano passado. A conclusão é do estudo Capital confidence barometer, da Ernst & Young, que ouviu mais de 800 executivos seniores em todo o mundo.
A confiança na economia global como um todo está aumentando – 40% dos respondentes esperam que a crise se encerre em 12 meses, 10% a mais que o registrado na última pesquisa, conduzida em novembro passado. De acordo com o estudo, 64% estão mais otimistas quanto às perspectivas para suas economias locais, e um número ainda maior (69%) vê o cenário favorável para suas companhias.
As lideranças brasileiras estão entre as mais otimistas, tanto no que se refere às perspectivas da economia local quanto das próprias companhias: 83% dos empresários brasileiros disseram ter melhores perspectivas sobre suas empresas que no período do último levantamento. Além do Brasil, Austrália (93%), Índia (91%) e China (80%) aparecem entre os mais otimistas. A confiança é menor em alguns mercados maduros – Reino Unido (57%), EUA (56%) e França (44%).
O estudo, realizado no final de março, apontou que 76% dos negócios estão agora focados no crescimento, contra apenas 56% seis meses atrás. A confiança nas condições de crédito também tem aumentado: 62% dos entrevistados esperam que financiamentos custeiem os principais projetos de capital intensivo e viabilizem aquisições ao longo dos próximos 12 meses.
“Com a retomada das perspectivas de crescimento, as companhias estão mais interessadas em retomar aquisições que haviam ficado congeladas ou haviam até mesmo sido declinadas durante a crise”, explica Carlos Asciutti, sócio de Transações Corporativas da Ernst & Young. “O estudo revela que, no cenário atual, há mais potenciais compradores do que vendedores em mercados emergentes, o que deve levar a um aumento dos preços dos ativos”.
Fazendo-se o recorte por segmentos da economia, 61% dos respondentes esperam que a crise se encerre em 12 meses, comparado com 49% no último levantamento.
A indústria automotiva é a mais confiante no crescimento (81%), enquanto a de energia se posiciona como a menos confiante (59%). Ainda assim, o setor de energia é, junto com o farmacêutico e de saúde, o mais focado em crescimento inorgânico, incluindo aí fusões e aquisições. A pesquisa mostra que 69% das companhias de petróleo e gás dizem-se preparadas para vender negócios, com desinvestimentos planejados nos próximos seis meses.
A desaceleração da economia global teve impacto significativo na dinâmica dos negócios. Um novo desdobramento é que compradores potenciais têm tido maior preocupação com relação a oportunidades de crescimento, tais como crescimento da receita, do market share futuro e da conquista de novos mercados consumidores, do que com a avaliação de dados históricos.
A integração pós-negociação é também crítica, com 77% citando identificação de potenciais sinergias como alta prioridade. Isso pode representar reconhecimento dos erros cometidos no passado – quase um terço dos respondentes (32%) disse que a última transação não atendeu às expectativas ou não foi adequadamente monitorada em termos de valor obtido. “O processo de negociação está evoluindo”, diz Asciutti. “Está se dando cada vez mais atenção ao potencial, ao que promete o futuro, incluindo sinergias e integração, do que ao que foi realizado no passado.”
Contra a onda de otimismo crescente, alguns desafios permanecem: por exemplo, uma onda de refinanciamento é esperada, com 58% das companhias precisando refinanciar empréstimos ou outras dívidas nos próximos quatro anos – por isso, o acesso aos mercados de capital e a adequada administração do capital (e de seu custo) permanece crucial. Site: http://www.ey.com.br
Notícias Técnicas
Contribuinte que quiser pagar o Imposto de Renda 2026 por débito automático desde a 1ª cota ou em cota única deve entregar a declaração até 10 de maio
Receita exige que devedor e credor informem empréstimos e dívidas acima de R$ 5.000 na declaração do Imposto de Renda
Advogado explica os critérios legais, cuidados na declaração e como recorrer para garantir o reconhecimento do benefício na prática
A RFB promoveu algumas mudanças na prestação de informações sobre beneficiários finais de entidades e instituiu a apresentação do Formulário Digital de Beneficiários Finais (e-BEF)
Notícias Empresariais
A diferença entre proteção e limitação está em saber quando parar de esperar segurança e começar a construir capacidade no movimento
Relatórios recentes mostram que a hiperocupação virou rotina nas empresas e acendem um alerta para o RH sobre foco, engajamento e saúde organizacional
Descubra as tendências em CRM B2B para 2026, com foco em usabilidade, IA e integração com WhatsApp. Otimize seu atendimento e impulsione negócios
Na sua 3ª edição, imersão para empreendedores destacou a importância de alinhar a fase da empresa à evolução da liderança
Mas há riscos e batalhas pela frente. Uma delas é o uso da Engenharia Social para atingir agentes de IA com Persona humana
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional