Material tem caráter orientativo e busca esclarecer dúvidas sobre a aplicação das normas, especialmente no contexto do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)
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Antes de escolher um investimento, entenda qual é a melhor forma de guardar dinheiro
Entender para que o dinheiro será usado ajuda a equilibrar liquidez e potencial de retorno, segundo especialista
Você já decidiu que vai começar a investir e conseguiu fazer sobrar aquela quantia por mês. E daí surgiu a dúvida: afinal, qual a melhor forma de guardar dinheiro?
No início da jornada, é natural que muitas pessoas fiquem em dúvida sobre onde deixar os recursos ou como estruturar as aplicações. Segundo Rafaela de Sá, planejadora financeira CFP pela Planejar, a escolha do investimento deve começar por uma pergunta simples: para que os recursos serão utilizados?
“Diferentes objetivos exigem características distintas nos investimentos, como liquidez, segurança ou maior potencial de retorno”, diz a especialista.
Liquidez ou rentabilidade?
Na hora de escolher um investimento, o primeiro olhar costuma ir para a taxa, e isso não acontece somente com quem está começando a guardar dinheiro.
Aqui, entra um aspecto muito importante, que é a relação quase sempre inversa entre liquidez e rentabilidade. Aplicações que permitem sacar o dinheiro a qualquer momento geralmente pagam menos, ao passo que investimentos com prazo maior costumam oferecer taxas mais altas.
Esse ponto merece muita atenção, especialmente no começo da organização financeira. Se surgir um imprevisto e o dinheiro estiver aplicado em um produto com prazo longo, será difícil acessar os recursos rapidamente.
A reserva de emergência, por exemplo, deve ficar em aplicações seguras e com liquidez diária, que permitam sacar o dinheiro a qualquer momento. Nesse caso, o foco não é ganhar mais, mas ter acesso rápido ao recurso.
Já valores destinados a objetivos de médio ou longo prazo, como comprar um bem mais caro, fazer uma viagem ou pensar na aposentadoria, podem ficar em investimentos com prazo maior e potencial de rendimento mais alto. Essa organização ajuda a equilibrar acesso ao dinheiro e retorno ao longo do tempo.
Organizar o dinheiro por objetivos
Depois que o curto prazo já estiver garantido, uma estratégia que costuma ajudar na organização financeira é separar o dinheiro de acordo com os objetivos.
Na prática, isso significa deixar claro para que cada parte do dinheiro será usada no futuro. Em vez de concentrar todos os recursos em um único investimento, o investidor pode criar diferentes “caixinhas” para metas específicas.
Alguns exemplos comuns são uma reserva para viagem, compra de um imóvel, faculdade dos filhos ou aposentadoria. Mesmo quando todos esses planos estão no longo prazo, cada um tem horizonte, valor necessário e prioridade diferentes.
“Essa divisão também ajuda a manter o foco ao longo do tempo. Quando o investidor associa o dinheiro a um objetivo concreto, fica mais fácil manter os aportes regulares e evitar usar esses recursos para despesas do dia a dia”, observa Rafaela de Sá.
Além disso, entender a finalidade de cada valor ajuda na escolha dos investimentos mais adequados. Um objetivo que está mais distante no tempo, por exemplo, pode permitir estratégias um pouco mais arrojadas, enquanto metas mais próximas pedem maior previsibilidade.
Quando faz sentido diversificar
Depois de organizar a reserva de emergência e distribuir os objetivos no tempo, surge outra etapa natural quando se pensa na melhor forma de guardar dinheiro: ampliar as opções de investimento.
A diversificação da carteira ajuda a equilibrar risco e retorno ao longo do tempo, evitando que todo o patrimônio dependa do desempenho de um ou poucos ativos. Ainda assim, Rafaela de Sá reitera que esse passo não precisa acontecer logo no início, quando você recém garantiu as reservas de curto prazo.
“Antes de partir para uma diversificação mais completa, o mais importante é construir uma base financeira estável. Mais do que buscar produtos complexos, vale construir uma carteira alinhada com os objetivos financeiros e com a realidade do orçamento”, afirma.
Em outras palavras, a diversificação deve ser consequência da evolução nos investimentos, e não surgir como uma obrigação para quem ainda está no início da construção do patrimônio.
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