Sistema ficará indisponível no dia 25/04/2026, entre 0h e 12h, com reflexos no eSocial
Área do Cliente
Notícia
Previsão para crescimento do PIB em 2019 cai pela 18ª vez seguida
Economistas passaram a ver mais afrouxamento monetário neste ano e no próximo, em meio a estimativas cada vez mais fracas para o crescimento do Brasil, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
Economistas passaram a ver mais afrouxamento monetário neste ano e no próximo, em meio a estimativas cada vez mais fracas para o crescimento do Brasil, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
O levantamento semanal apontou que o mercado passa a ver taxa básica de juros Selic a 5,50% em 2019. Atualmente a Selic está no piso histórico de 6,5 por cento.
A expectativa de alta para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 recuou de 0,87% para 0,85%. Há quatro semanas, a estimativa de crescimento era de 1,13%. Para 2020, o mercado financeiro manteve a previsão de alta do PIB em 2,20%.
Apesar de o mercado ter previsto um PIB abaixo de 2% ainda em abril, o Banco Central só diminuiu sua previsão oficial desse patamar na última quinta-feira (27). Agora, o BC prevê um crescimento de 0,8%, mais alinhado com o que tem sido visto no Focus.
No relatório desta segunda, a projeção para a alta da produção industrial de 2019 foi de 0,72% para 0,71%. Há um mês, estava em 1,49%. No caso de 2020, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,00%, igual a quatro semanas antes.
Quanto à inflação, o ajuste também foi para baixo, com a alta do IPCA calculada a 3,80% em 2019 e 3,91% em 2020, respectivamente de 3,82% e 3,95% no levantamento anterior.
O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Os economistas também alteraram a previsão para o IPCA em junho de 2019, de deflação de 0,02% para deflação de 0,03%, conforme o Focus, divulgado pelo Banco Central. Um mês antes, o porcentual projetado indicava inflação de 0,24%.
Para julho, a projeção no Focus seguiu em alta de 0,20% e, para agosto, passou de elevação de 0,12% para alta de 0,11%. Há um mês, os porcentuais de alta eram de 0,20% e 0,12%, respectivamente.
Câmbio
O relatório de mercado Focus mostrou manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 3,80, igual ao visto um mês atrás.
Para o próximo ano, a projeção para o câmbio também permaneceu em R$ 3,80, igual ao verificado quatro pesquisas atrás.
Déficit primário/PIB
O Focus trouxe nesta segunda manutenção nas projeções para o resultado primário do governo em 2019 e 2020. A relação entre o déficit primário e o PIB este ano seguiu em 1,40%. No caso de 2020, permaneceu em 1,00%. Há um mês, os porcentuais estavam em 1,37% e 0,90%, respectivamente.
Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2019 passou de 6,40% para 6,30%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro. Para 2020, foi de 6,05% para 6,00%. Há quatro semanas, estas relações estavam em 6,20% e 5,98%, nesta ordem.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
Superávit comercial
Os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2019 na pesquisa Focus realizada pelo Banco Central, de superávit comercial de US$ 50,60 bilhões para superávit de US$ 50,80 bilhões. Um mês atrás, a previsão era de US$ 50,50 bilhões. Para 2020, a estimativa de superávit seguiu em US$ 46,40 bilhões, ante US$ 45,10 bilhões de um mês antes.
Na estimativa mais recente do BC, o saldo positivo de 2019 ficará em US$ 46,0 bilhões. Esta projeção foi atualizada no Relatório Trimestral de Inflação de junho.
Conta corrente
No caso da conta corrente, a previsão contida no Focus para 2019 passou de déficit de US$ 23,00 bilhões para US$ 22,80 bilhões, ante US$ 25,05 bilhões de um mês antes. Para 2020, a projeção de rombo foi de US$ 32,80 bilhões para US$ 33,00 bilhões. Um mês atrás, o rombo projetado era de US$ 35,30 bilhões.
O BC projeta déficit em conta de US$ 19,3 bilhões em 2019.
Para os analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) será mais do que suficiente para cobrir o resultado deficitário nos próximos anos. A mediana das previsões para o IDP em 2019 seguiu em US$ 85,00 bilhões, ante US$ 82,65 bilhões de um mês atrás. Para 2020, a expectativa foi de US$ 84,28 bilhões para US$ 84,36 bilhões, ante US$ 84,36 bilhões de um mês antes.
O BC projeta IDP de US$ 90,0 bilhões em 2019.
Notícias Técnicas
Municípios já podem iniciar seus testes e pilotos com seus contribuintes
Norma busca assegurar previsibilidade e transição ordenada para o novo modelo tributário previsto na reforma do consumo
Resolução permite que decisões de prorrogações de prazos sejam tomadas com mais rapidez
As submissões podem ser enviadas no período de 17 de abril a 03 de maio de 2026
Notícias Empresariais
Combinar a solidez da tradição com a criatividade e o pensamento disruptivo da inovação pode abrir caminho para o sucesso no longo prazo
Entre o luto silencioso da perda, a humilhação disfarçada de recolocação e a descoberta de um mercado mais exigente e menos generoso, recomeçar profissionalmente exige mais do que currículo: exige estômago
Governança, treinamento e escolha de ferramentas seguras se tornam essenciais diante da rápida adoção da tecnologia no Brasil
Público movimenta R$ 2 trilhões na economia
Com alto índice de desequilíbrio nas contas pessoais, brasileiros buscam mais controle, planejamento e segurança na relação com o dinheiro
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional