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Indicadores próprios podem auxiliar empresas a passar por crise em 2016
Indicadores econômicos podem auxiliar as empresas brasileiras a detectarem problemas além da crise, para que atravessem o próximo ano com mais segurança.
Indicadores econômicos podem auxiliar as empresas brasileiras a detectarem problemas além da crise, para que atravessem o próximo ano com mais segurança.
O empresariado, além de observar números conjunturais em 2016, vai precisar ficar mais atento à estrutura do seu próprio negócio, consolidando, por exemplo, indicadores personalizados que o ajudem a fazer projeções mais precisas.
Outra dica de especialistas é observar mais a qualidade do que a quantidade do faturamento, pois este pode ficar comprometido com inadimplência de clientes.
Vítor França, assessor econômico FecomercioSP – associação que representa o varejo paulista – recomenda que os empresários olhem para os indicadores setoriais de faturamento para medir tamanho de mercado e localizar gargalos específicos.
“Se o faturamento da empresa for menor do que o da média do mercado, por exemplo, pode ser um indicativo de problemas além da crise, que podem estar relacionados a atendimento, localização, tipo de produto, entre outros. Detectando isso, é preciso mudar a estratégia”, sugere França.
Indicadores de faturamento podem ser encontrados nos sites da Fecomercio, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras associações empresariais.
A Fecomercio oferece ainda dados segmentados de intenção de consumo por renda, idade e gênero, o que pode ajudar na construção de uma estratégia mais elaborada.
Qualidade de clientes
Para o economista Silvio Paixão, entretanto, é preciso ter cautela ao avaliar os indicadores de faturamento. “No caso contrário, quando uma empresa está vendendo mais que o mercado em geral, ela precisa avaliar se não está cometendo o erro, por exemplo, de ter, em sua carteira, clientes que, mais à frente, não terão condições de pagar. Mais do que quantidade, é preciso verificar a qualidade dos clientes e pulverizar, ou seja, não ficar dependente de um ou dois clientes”, comenta o professor.
“Em época de crise, não é recomendável ter um cliente detendo mais de 15% do seu faturamento. Outra coisa importante é não alongar muito o prazo de pagamento e acompanhar os indicadores de inadimplência”, acrescenta.
Além de associações, a Serasa Experian e a Boa Vista SCPC oferecem indicadores de inadimplência de consumidores.
“Olhar para o endividamento, especialmente em um momento de alta do desemprego, é importante para se proteger de eventuais perdas”, assinala Victor França.
Análise customizada
Outra dica de Silvio Paixão é consolidar indicadores específicos para o seu próprio negócio. “As informações de preços no IBGE são muito amplas e, para construir um melhor planejamento, o mais indicado é que o empresário formule seus próprios indicadores, calculando as variações de preços das principais matérias-primas utilizadas em sua empresa”, aconselha.
“Isso se consegue na aproximação com os fornecedores, colhendo os preços junto a eles”, acrescenta.
A construção do indicador, afirma Silvio Paixão, serve como referência para a formação de preços e, a partir daí, o empresário tem que decidir qual o melhor caminho para o seu negócio: se é atuar com preço acima, abaixo ou igual ao do mercado. “Isso fica à cargo da empresa”, expõe.
Atuar com liquidez acima de custos é uma outra estratégia que o economista recomenda para fins de proteção. “O ideal é que a empresa tenha liquidez quatro vezes acima dos seus custos mensais. Esse é um recado macro importante, pois quem tiver liquidez em 2016 vai ser rei. Como o empresário vai conseguir fazer isso é a grande questão. Mas dá para renegociar dívida, enxugar infraestrutura de custos”, diz.
Já Joseph Couri, presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), é mais cauteloso, dizendo que a “sobrevivência vai ser a ponte para 2017″.
Ele lembra ainda que o câmbio é outro indicador relevante para quem importa, por exemplo. “Quem importou com câmbio mais favorável no passado e formou estoque, conseguiu sair em vantagem neste ano”, comenta Couri.
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